ESCOLA SUPERIOR DE INTELIGÊNCIA

A proposta da ESCOLA SUPERIOR DE INTELIGÊNCIA é atuar como um agente de transformação da Sociedade, auxiliando a desmitificar, reestruturar e impulsionar as atividades da Comunidade de Inteligência em nosso País, seja no Estado ou na Iniciativa Privada, entendendo que seu enfraquecimento e fragmentação impactaram negativamente sobre os esforços Nacionais de Segurança e Desenvolvimento, gerando oportunidades significativas à Corrupção, ao Crime Organizado e aos vetores hostis de toda ordem.
O desafio de fortalecer as atividades de Inteligência por meio do ensino, da pesquisa e da extensão, em diversos níveis, certamente é proporcional ao tamanho de nosso País, e às capacidades e intenções de seus adversários, estatais ou não, cujas ameaças são diariamente estudadas por nossos alunos e pesquisadores em busca de ideias, conceitos e soluções, privilegiando sempre as fontes abertas hoje tão dinamizadas pela Internet e outros avanços tecnológicos.
Assim, com uma acreditação acadêmica impecável e um corpo de professores, em sua quase totalidade, composto por Doutores, Mestres e Especialistas da Atividade, a ESCOLA SUPERIOR DE INTELIGÊNCIA segue, desde o seu primeiro curso, formando e aperfeiçoando a competência de os profissionais brasileiros responsáveis por planejar, coletar, analisar, alertar e esclarecer, aos Decisores de nossas Organizações, o que se faça necessário para diminuir-lhes a incerteza para a Tomada de Decisão.

Sniper Policial - Quem autoriza o disparo letal? Uma análise jurídica...

O atirado de elite é um profissional especializado no tiro de precisão que pode ser letal (tiro técnico) ou não letal (tiro tático), contudo, tal policial não possui autonomia para efetuar o disparo no momento que quiser, dependendo para isso, de determinação da autoridade competente, pois é apenas um suporte, um meio à disposição da autoridade para se chegar ao fim da oconcorrência.

Na prática, como ocorreu no caso do Assalto ao Ônibus 174, em junho de 2000, no Rio de Janeiro e, em São Paulo no Caso Eloá, nenhuma autoridade quer correr o risco de autorizar o disparo letal do Sniper e ter que enfrentar a Justiça, adotando assim, uma postura omissa (que também configura crime) que agrava a situação, colocando em risco a vida da vítima da ocorrência.

 

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